Precisamos falar sobre conservação

De acordo com o OMS (Organização Mundial da Saúde), a poluição no Rio de Janeiro é maior do que em São Paulo. Sempre devemos lembrar do descaso que nossa sociedade tem em relação a limpeza das praias. Conscientização nunca é demais!  Junto com a Luiza Mussnich (@luizamussnich),  escolhemos o bairro de São Conrado e vamos explicar sobre o seu projeto de conservação.

 

No fim do século XIX, a cidade do Rio de Janeiro havia se expandido consideravelmente na região do Centro da Cidade. São Conrado — assim batizado em homenagem a uma igreja homônima, construída em 1903 e frequentada por moradores —  era tão deserto quanto Grumari. As terras da região pertenciam a Conrado Jacob Niemeyer, que viria a dar o nome à autoestrada que costeia o mar e permite o acesso ao bairro. São Conrado é também um dos lugares em que o abismo social  brasileiro — contraste dos apartamentos de frente para o mar e casarões com as construções simples da comunidade-bairro da Rocinha — fica fortemente evidente.

 

 

Aproveitando que dia 19 de fevereiro foi dia de São Conrado (o santo, não o bairro!), e que a região abriga praticantes de modalidades por terra, água e ar — surf, asa delta e ciclismo, para citar alguns —, um dos projetos de conservação e conscientização importantes da região é o Salvemos São Conrado, fundado em 2012. “Nossa ideia é fazer com que as pessoas preservem as praias e áreas verdes de São Conrado. Tentamos mostrar ao público a beleza e o caos do lugar e, às autoridades, o descaso do poder público em relação a problemas de conservação e obras irresponsáveis, como a ciclovia Tim Maia”.

 

 

O Salvemos São Conrado organiza mutirões de limpeza nas areias, dá atualizações diárias das condições das praias e dos efeitos provocados pela chuva. Você pode conhecer mais sobre o projeto na página www.salvemossaoconrado.org ou no perfil do Instagram (@salvemossaoconradorj).

 

Deixe um comentário

Share This