Veja 6 destinos imperdíveis no Estado do Rio

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O Estado do Rio de Janeiro é um paraíso para quem curte belezas naturais. Tem para todos os gostos: praias, montanhas, cidades históricas, agitação, cachoeiras — opções não vão faltar! As cidades próximas do Rio têm muito a oferecer, mas é preciso pesquisar onde ir e em que época do ano para não precisar disputar seu pedaço de areia com uma multidão.

Fizemos um guia com os melhores destinos de viagem pertinho do Rio para que você tire uma folguinha da Pedra da Gávea e das trilhas da Floresta da Tijuca. Confira nossa seleção, arrume a mochila e fuja do óbvio: aproveite os melhores destinos do estado!

1. Teresópolis

Teresópolis fica a 91 quilômetros do Rio de Janeiro e é conhecida por ser onde a família imperial passava suas férias — Dom Pedro II tinha bom gosto, a cidade no meio da serra é uma ótima opção para fugir do calorão da capital do Estado! Com um estilo colonial, o centro de Teresópolis convida o visitante a dar um mergulho na história.

Não deixe de visitar o Sobrado Histórico José Francisco Lippi, onde a biografia do imigrante italiano se funde com a memória de Teresópolis.

Serra dos Órgãos

Para os mais aventureiros, ali pertinho fica o Parque Nacional da Serra dos Órgãos. O parque abrange os municípios de Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Magé e abriga uma das maiores rede de trilhas do Brasil. São 130 km de percursos interligados em vários níveis de dificuldade — desde passeios fáceis até rotas mais difíceis, recomendadas pra pessoas mais experientes.

travessia Petrópolis-Teresópolis, um percurso de 30 km na parte mais alta das montanhas, é considerada uma das trilhas mais bonitas do Brasil. Geralmente a travessia leva três dias e é recomendada entre os meses de maio e setembro, para evitar a época das chuvas. Não esqueça de levar protetor solar e usar roupas bem leves!

2. Ilha Grande

Se você procura natureza com um pouco mais de infraestrutura, a vila do Abraão é uma boa pedida. É o ponto mais fácil de chegada na ilha, onde a barca vinda de Angra dos Reis (o modo mais popular de fazer a travessia) aporta. Abraão é considerada a capital da Ilha Grande e é contém a maior parte das pousadas e restaurantes.

A vila conta com um posto de saúde, corpo de bombeiros e delegacia de polícia, mas atenção, não há bancos ou caixa eletrônicos. A circulação de carros é quase inexistente, já que apenas veículos oficiais são autorizados na ilha, o que ajuda a preservar o aspecto primitivo do lugar.

Porém, se o seu negócio for curtir uma viagem mais selvagem, tente ir para o outro lado da ilha. A praia de Aventureiro, é uma vila de pescadores onde vivem apenas cerca de 100 pessoas, e lá não existem hotéis ou pousadas, apenas campings improvisados no quintal dos próprios moradores. Se você não se incomodar com a falta de conforto, é uma ótima maneira de se integrar à vida simples dos pescadores locais.

Agora, se a ideia é realmente se afastar ao máximo da civilização, que tal tentar a praia de Parnaioca? Esse local, que é uma das partes mais remotas da Ilha Grande, conta atualmente apenas 5 habitantes e a acomodação também só é possível por meio de áreas de camping. Não há energia elétrica e o sinal de telefone é praticamente inexistente, o que faz com que esse seja o lugar ideal para fugir da tecnologia e se maravilhar com a natureza exuberante da região.

3. Paraty

Paraty é um dos lugares mais completos para passar um fim de semana prolongado (ou quem sabe uma semana inteira): tem praias, cachoeiras, roteiros culturais e muitos esportes de aventura. O centro histórico tem uma arquitetura colonial composta por casinhas brancas com portas e janelas coloridas, ruas de pedra e igrejas charmosíssimas.

Não tenha pressa e se perca no labirinto de ruelas. Quando cansar, entre no primeiro bar que aparecer e peça uma Gabriela, cachaça doce local com cravo, canela e gengibre que virou febre entre os visitantes. Parece até um licor, experimente!

As cachoeiras da região são ótimas para os dias mais quentes, quando andar pela cidade não parecer tão tentador. Há muitas quedas d’água no Caminho do Ouro, estrada colonial por onde passavam minérios e cafés vindos do interior de Minas Gerais para os portos. Por ali também há diversas opções de ecoturismo, como rapel, tirolesa e arvorismo.

Trindade

A 45 minutos de Paraty fica Trindade, um vilarejo de pescadores que, entre as décadas de 1970 e 2000, era frequentado por hippies e alternativos, mas que atualmente conta com uma infraestrutura maior para receber todos os tipos de turistas.

As praias são limpas, o mar é cristalino e há várias pedras grandes deitadas na areia, parecendo até que foram cuidadosamente colocadas ali. Para chegar em Trindade, indo de Paraty, é possível pegar um ônibus local que custa o preço de uma passagem normal da região, R$ 3,40.

Praia do Sono

Outra opção para quem está em Paraty, é visitar a Praia do Sono, que também fica a apenas 45 minutos de distância. Mas, dessa vez, além do ônibus há uma trilha de 3 quilômetros a ser feita para chegar a esse paraíso. Como o caminho é mais trabalhoso, há chances maiores de estar mais vazio do que Trindade. Se você ou alguém do seu grupo não quiser andar, também há a opção de pegar um barco até a praia.

Os restaurantes e campings são bem simples, mas a praia é uma das mais preservadas da região. Caso ainda tenha disposição para andar mais um pouco, suba a trilha que vai até a praia dos Antigos e aprecie a vista lá de cima.

4. Ilha de Paquetá

Um tesouro quase no centro do estado do Rio, a ilha de Paquetá é indicada para quem busca sossego, sem precisar ir muito longe ou gastar muito dinheiro. Na verdade, se você está no Rio de Janeiro, nem dirigir precisa, já que o deslocamento até a região é feito por meio de uma barca que parte da Praça XV, bem no centro da cidade.

O percurso dura pouco mais de uma hora e parece que funciona assim: você pega a barca no Rio de Janeiro e desce em 1845 — é praticamente uma viagem no tempo! Não há carros em Paquetá: as pessoas se locomovem a pé ou de bicicleta ao longo dos 7 km de extensão da ilha.

Paquetá foi imortalizada no livro A Moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo. Embora o autor nunca tenha escrito o nome do local em sua obra, as descrições detalhadas fomentaram as especulações sobre a inspiração. Então, a hipótese é a de que não apenas Paquetá foi o cenário do romance entre Carolina e Augusto, mas de que a história de amor deles também seria real — quem sabe até do próprio autor quando ele passou uma temporada por lá.

Talvez nunca saberemos o quão verdadeira é a história, mas passeando pelas ruas da ilha não é difícil imaginar os milhares de casos de amor que já aconteceram por ali. Um dos lugares mais bonitos para se visitar é o Parque Darke de Mattos, de onde é possível ter uma vista incrível do Rio de Janeiro. Dá para ver o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o maciço da Tijuca e até Niterói.

5. Sana

Parte de uma área de proteção ambiental, o Sana abriga 350 espécies diferentes de pássaros e é o lar de muitos outros animais. Apesar de estar na região serrana, Sana faz parte do município de Macaé, litoral norte do Rio. Não há praias, mas há inúmeras cachoeiras, rios e mata atlântica bem preservada.

As cachoeiras mais famosas são do Escorrega, do Pai e da Mãe. Na cachoeira do Escorrega, como o nome indica, o melhor programa é sentar e descer num tobogã natural. É possível se hospedar em pousadas simples no centro do vilarejo, conhecida como Arraial do Sana, ou acampar perto das áreas chamadas Cabeceira e Barra do Sana, perto do rio local.

A cidade também é conhecida pelas suas tradições musicais; o forró e o reggae estão por toda parte, até em frequentes apresentações de música ao vivo nos bares, há também uma banda local, a Raiz do Sana. Dê o play e já vai entrando no clima!

6. Búzios

Sabe aqueles lugares meio que obrigatórios? Onde a gente reclama da grande quantidade de pessoas, mas, quando chegamos, entendemos por que é tão popular e pensa que a visita é totalmente justificada? Búzios é um deles. A cidade tem uma infraestrutura boa e está pronta para receber visitantes o ano inteiro.

Há diversas opções de bares, restaurantes e cafés no centro da cidade, então, se você aprecia boa comida, Búzios é o lugar certo e, nos dias mais quentes, não deixe de dar uma passada na Gelateria San Paolo. O diferencial de lá é que os atendentes preparam o sorvete em uma pedra mármore congelada, misturando os ingredientes escolhidos. O resultado é sensacional!

As mais de 20 praias de Búzios são lindas, não foi à toa que Brigitte Bardot se apaixonou pela cidade nos anos 60, no auge de sua carreira. Um das mais populares é a praia de Geribá.

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