Time Wöllner: Guilherme Guido garante o 4º lugar geral na prova Rio Triathlon

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“Todos nós somos movidos a desafios e eu não sou diferente.”, diz Guilherme Guido em entrevista à nutricionista Julia Engel.

Guido entrou nas competições esportivas através da natação. Oito anos após ter parado de competir na piscina, encontrou outra opção de esporte. Foi na tentativa de evitar a monotonia que uniu natação à corrida e, mais tarde, ao ciclismo.

As dificuldades eram inúmeras: ainda sem acompanhamento profissional, viu-se confuso sobre as técnicas de cada modalidade, a alimentação correta voltada para performance e quais os melhores equipamentos, como as camisas de bike e os capacetes que produzimos para nossa linha Experience.

Aos poucos, Guido foi conquistando seu espaço também no Triathlon. Todos os ajustes, as dores e o cansaço dos treinos garantiu o sentimento de orgulho que o acompanha em todas as provas, inclusive na de domingo.

Guilherme Guido subiu ao pódio como 4º colocado Geral, disputando a categoria Standard, dividindo-o com Paulo Macieltri (primeiro lugar), Peter Pichnoff (segundo lugar), Gustavo Slaib (terceiro lugar) e Miguel Moronee (quinto lugar).

Circuito UFF Triathlon

A comemoração de 35 anos do Triathlon carioca não poderia ser mais especial. Palco da etapa de abertura do Circuito UFF de Triathlon, o Recreio dos Bandeirantes recebeu, no último domingo, cerca de 400 atletas.

O percurso da prova seguiu dois modelos: Sprint (750m de natação, 20km de ciclismo e 5 de corrida) e Standard (1.500m de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida); com disputas masculinas e femininas, ambas encerradas com premiação.

Além de troféus para os 5 primeiros do alto rendimento e medalhas aos 3 primeiros de cada faixa etária, o prêmio também incluiu valor em dinheiro para os primeiro (R$3.000,00), segundo (R$2.000,00) e terceiro (R$1.000,00) lugar de cada sexo.

Time Wöllner Guilherme Guido na prova Circuito UFF Triathlon

Mas… Triathlon?

Desenvolvido como treinamento de férias perfeito para um Clube de Atletismo em 1974, o Triathlon focava na natação e no ciclismo objetivando a manutenção física dos atletas. Com a realização da prova Ironman, a atividade ganhou nome e forma.

Conta a história que, entre goles de cerveja, um militar lançou o maior dos desafios: o verdadeiro “Homem de Ferro” seria quem completasse, sequencialmente, três provas em um só dia.

A disputa incluía a travessia de 3,9km do mar aberto de Kailua, a volta ciclística de 180km do Havaí e a maratona olímpica com 42,1km. Como se a distância já não provocasse um arrepio de entusiasmo, as demais adversidades dos locais garantiam respeito aos competidores e ao vencedor.

Time Wöllner Guilherme Guido na prova Circuito UFF Triathlon

Participação brasileira

O Ironman, realizado em fevereiro de 1978, mostrou que o desafio não era impossível, inspirando que atletas do mundo todo se reunissem todo mês de outubro para nova edição.

Beto Dolabella, Marco Ripper e Ronaldo Borges marcaram a presença brasileira na competição pela primeira vez em 1982. Foi graças à influência de Ripper que a primeira prova oficial da modalidade foi realizada no Brasil, em 1983.

Dois anos depois, a FTERJ – Federação de Triathlon do Estado do Rio de Janeiro foi fundada. Foi mais tarde, em 1992, que nasceu a Confederação Brasileira (CBTri), unindo federações do Rio, de São Paulo, do Distrito Federal e da Bahia.

Movimento acertado já que, nos anos 2000, a modalidade foi reconhecida mundialmente ao se tornar parte dos Jogos Olímpicos de Sidney.

Um esporte para todos

Apesar da ideia soar um pouco assustadora – três provas em um mesmo dia -, o Triathlon vêm cada vez mais se mostrando um esporte tão possível quanto a corrida, a natação e o ciclismo de formas separadas.

Sem a menor dúvida, ele exige treino, dedicação e cuidado com o corpo e a mente. Entretanto, como afirma o preparador Marcos Dantas, é preciso desmistificá-lo: há quem o encare como hobby exatamente por fugir da uniformidade e dos padrões habituais.

A adrenalina e o poder de superação estão em cada etapa vencida, em cada oportunidade e preparação. É exatamente esse empenho que torna a competição tão prazerosa, não acha?

Chega mais aqui nos comentários e compartilha com a gente se essa é uma aventura que você gostaria de trilhar.

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